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Mostrando postagens de novembro, 2017

Jogos não educam

Para mim jogar sempre foi acima de tudo um exercício mental. Isso me levou a acreditar (erroneamente) que de alguma forma jogar poderia de alguma forma contribuir para o desenvolvimento cognitivo do jogador. Não há duvidas de que dentro de um ambiente de ensino-aprendizagem, um jogo guidado por uma proposta pedagógica pode  trazer contribuições significativas ao aprendizado. Mas o jogar pelo jogar não. O exercício de jogar de forma frequente pode no máximo contribuir na expertise para um tipo particular de jogo. É como no esporte: ninguém fica cognitivamente mais desenvolvido por se dedicar a um esporte. A pratica do esporte, aperfeiçoa o esportista naquele esporte. Com essa moda de jogos de tabuleiros modernos contemporâneos é um engano grande acreditar que o jogo em si possui potencial educacional. O potencial não está no jogo, mas em quem usa o jogo e na forma com a qual ele é utilizado. Percebo algumas falas exaltando o potencial educacional de um jogo como se ele foss...

Esperando a Prova

    Essa época do ano é decisiva na vida de muitos estudantes, principalmente aqueles que deram duro nos estudos se preparando para consegui estar em uma universidade no próximo ano. Quem é professor ou professora sabe o quanto pesa o estado psicológico desses jovens as vésperas dos exames. Como de costume o mês de outubro é um dos meses mais empolgantes para quem leciona e se envolve com vestibulares. É o mês para qual todo seu planejamento foi direcionado e mais do que focar em conteúdos é o momento de passar confianaça e tranquilidade para os estudantes. É disso que precisam para suportar a pressão da família e os rigores das provas. Prática comum nos dias de exames é visitar os locais de prova e conversar com os estudantes , para desejar boa sorte e acima de tudo tentar tranquilizar os mais ansiosos. Uma vez que abrem-se os portões, para quem fica do lado de fora não há muito o que fazer além de esperar. Foi nesse tempo de esepera que “conversa vai, conversa...